quarta-feira, 12 de novembro de 2014

MADRID - Parte II


Dia 15/11/2012, tentei distribuir a dose de cultura ao longo dos dias em MADRI, mas não deu. A ideia era visitar, pelo menos, 2 museus por dia. E como no primeiro dia não fui a nenhum, caprichei nesse dia. Para uma primeira vez, não há dúvidas: o Prado e o Reino Sofia são os mais importantes.

O Museu do Padro inaugurou recentemente uma ala nova gigantesca. O que antes já era um dos melhores museus da Europa e a maior demonstração do poderia cultural espanhol, ficou 50% maior, com 22.000 m2 a mais de área de exposições, piso de rocha vulcânica chinesa, passagem ligando o prédio novo ao antigo e peças recém adquiridas.


Entrada do Museu do Padro

Aos seus muitos Goyas, Velazquez, Botticellis, Rubes e outros pesos-pesados somaram-se preciosidades como El Toro Mariposa, de Goya. Mas para quem não é chegado em um museu vai achar o passeio a coisa mais chato do mundo. Depois de visitar tantos museus pela Europa constatei que o Louvre é, de longe, o melhor. Principalmente para os não amantes da arte! 


Estátua em homenagem ao Goya em frente ao Museu do Padro

Praticamente ao lado, o Museu Reino Sofia, onde está o Guernica de Picasso, também tem cheirinho de novo, já que passou por uma baita reforma em 2005. 

Entrada do Museu Reino Sofia 

Um das galerias do museu Reino Sofia

Entre um museu e outro aproveitei para descansar no Parque del Retiro, o Ibirapuera madrileno. O parque foi criado entre 1630 e 1640 e possui 118 hectares.

Parque do Retiro

O parque é fantástico, não só pela sua beleza, mas por sua história também. A Porta de Espanha, o Monumento a Afonso XII, a Fonte do Anjo Caído, o Palácio de Cristal, a Casa das Feras e o Passeio das Estátuas compõe esse lugar mágico.


Parque do Retiro


À noite fui à boate Joy Eslava, que fica apenas alguns metros do hostel que me hospedei. Eu disse que a Calle Arenal é o que há! A Joy era um teatro que foi convertido em uma discoteca. O ambiente bucólico e jovem tornam essa boate única. E as dançarinas são um show a parte!

Joy Eslava - A Marinheira


Joy Eslava - Para ter uma noção da boate.


Joy Eslava - Para ter uma noção da Marinheira #apaixonei

Dia 16/11/2012, como já tinha cumprido os principais pontos turísticos de Madri, aproveitei para gastar a sola dos sapatos entre Chueca e Malasañas, dois bairros da moda. Cheios de lojinhas criativas, restaurantes badalados, bares e o Mercado de Fuencarral


A Plaza de Chueca é um ótimo lugar para tomar uma cervejinha vendo o vai e vem da galera. Passei o resto do dia lá. A balada por lá também garante a diversão, mas fiz como os madrilenos e pulei de bar em bar a noite toda. É bom que você não enjoa do lugar.

Um "PS" fora de hora: Uma salva de palmas para os artistas de rua de Madri!

 

FOTOS da visita à Madri.




E fui dormi animado para conhecer no dia seguinte a próxima e última cidade da viagem: Toledo!

MADRID


Dia 13/11/2012, depois de 10 dias viajando pela Itália, continuei minha Eurotrip 2012 pela Espanha para finalizar com chave de ouro. Para mim, a Espanha é o melhor país da Europa, aliás, do mundo! Nesse país estão as minhas cidades preferidas; Barcelona, Madrid e Ibiza. Um país que reúne história, cultura, agitação e diversão. Bem, parei de babar ovo da Espanha.



Fui de Milão para Madrid de avião. Chegando em MADRID, peguei o metrô do aeroporto e depois de algumas baldeações cheguei na Calle Arenal, rua onde localiza-se o hostel Los Amigos, onde que fiquei hospedado. Simpático, aconchegante e com uma excelente localização. Calle Arenal é o que há!

Quarto no Hostel Los Amigos

Como cheguei tarde no dia 13, minha jornada pela frenética capital espanhola começou no dia 14/11/2012, pelo seu coração, a Puerta del Sol. Este é o marco zero de Madrid; agitadíssima, vibrante e com uma pitada de caos. Neste dia tinham vários personagens infantis acenando para os turista que por ali passavam. No dia seguinte eu encontraria uma manifestação contra a política econômica do país, era a época que a Europa estava no auge da crise.


Chafariz na Puerta del Sol



De lá segui pela Calle de Postas até a Plaza Mayor, uma das mais lindas do país. Perdi algumas horas por lá curtindo os músicos e artistas de rua, o vai e vem nos cafés, a milagrosa calmaria no meio do agitadíssimo centro da cidade. Depois, depois conheci as vielas e becos dos arredores até chegar na Calle Mayor para seguir em direção à Catedral de Almudena.


Catedral de Santa Maria a Real de Almudena

Essa Catedral é a sede episcopal da diocese de Madri, sua arquitetura é uma mistura de vários estilos: neoclássico no exterior, neogótico no interior e neorromântico na cripta. A diferença desta catedral em relação às demais é a sua orientação norte-sul, sendo que o habitual é leste-oeste; isso foi fruto de sua construção em conjunto com o Palácio Real de Madri, que fica ao lado.

Palácio Real de Madri

Da Catedral segui para o Palácio Real, onde rola um cerimonial de troca de guarda para londrino nenhum botar defeito. Toda primeira quarta-feira do mês, às 11 horas, a Plaza de la Armería vira palco da Troca Solene da Guarda Real. Confesso que acho troca de guarda um saco e como não era a primeira quarta do mês, assisti a apresentação dos sentinelas do palácio vestidos com uniformes do século XIX, que ocorre a cada meia hora, em frente a Plaza de Oriente. Óbvio que entrei no Palácio e visitei as suas salas mega hiper super pomposas.

Plaza de España

Plaza de España

Como cada minuto numa viagem vale ouro, de lá segui para a Plaza de España, que é uma das mais importantes de Madri, de onde sai a Gran Via, principal artéria da cidade. No meio da praça tem um monumento a Miguel Cervantes, escritor do famoso livro Dom Quixote. Por isso as duas estátuas, uma de Dom Quixote e a outra de Sancho Pança, ambos montados em seus cavalos. 

Na Europa adquiri o hábito de sentar em bancos de praças e pensar na vida, ou às vezes nem pensar em nada mesmo, somente relaxar. Gastei algumas horas por lá, se não fosse a fome de 20 mendigos somalianos eu teria dado uma de Bruno e Marrone e dormido na praça. #PiadaSemGraça.





Uma vez "dominado" o centro de Madri, voltei para a Plaza Mayor e ataquei os bares de La latina, que fervem a partir do final de tarde. O Lamiak e o Txacolí, na Calle Cava Baja, são duas ótimas opções. E não deixe de provar os pintxos: frio (creme de gorgonzola com nozes numa espécie de bruschetta) e quente (foie gras com fruta).


FOTOS de Madri.




Como Madri não é uma cidade para um dia só, continua na próxima postagem.

domingo, 27 de julho de 2014

MILÃO

Dia 11/11/2012, e continua minha jornada de trem pela Itália, dessa vez peguei o trem na Venezia S. Lucia em direção à Milano Centrale

Estação de trem Milano Centrale

Me hospedei no Ostello Bello, um hostel aconchegante e com um bar super transado na recepção. Ah, quem se hospeda lá ganha um chopp caprichado de boas vindas!

Recepção/Bar do hostel Ostello Bello

Milão é uma das cidades mais caras da Europa e, sem dúvida, a mais cara da Itália. Líder no país em termos de dimensão, educação universitária, programação cultural e atividade política, sua região metropolitana é o sistema nervoso da economia da Itália. 

Estrategicamente localizada, é a sede de aproximadamente 200 bancos italianos e outros 40 estrangeiros. De igual importância são os setores fashion e de design. Hoje há aproximadamente 12 mil empresas dedicadas ao mundo da moda, 800 showrooms e 6 mil outlets. 

Piazza del Duomo com o Duomo di Milano ao fundo.


Comecei a visita ao Duomo di Milano, que fica na Piazza del Duomo, uma das maiores e mais impressionantes catedrais góticas do mundo, que começou a ser erguida no século XIV. Claro que não pude deixar de subir no telhado e admirar a espetacular vista da cidade, a sensação de pisar no telhado da terceira maior catedral do planeta, que levou quase 430 anos para ser finalizada (em 1813), é inigualável.

Interior do Duomo di Milano

Telhado do Duomo di Milano

Piazza del Duomo é lotada de pombos, o que proporciona um espetáculo a parte. Até estranhei a forma como os turistas interagiam com essa ave, que considero tão nojenta. Alguns homens ficam na praça vendendo um punhado de milho para que as pessoas atraíssem os pombos para SUAS MÃOS e posassem para fotos. #JamaisJovem #NuncaSerá

Piazza del Duomo

Mapa da Piazza del Duomo (Piazza Scala no centro superior)

Logo ao lado do Duomo fica a Galleria Vittorio Emanuele II, que liga a Piazza del Duomo à Piazza Scala. Construída no século XIX por Giuseppe Mengoni, é o símbolo da elegância dos milaneses. Milaneses bem vestidos e turistas abastados dividem o espaço nessa galeria cheia de lojas famosas (a primeira loja da Padra fica lá, por exemplo). 

Galleria Vittorio Emanuele II

No centro da galeria, no chão, está o touro que tem fama de transmitir fertilidade. Basta colocar um de seus calcanhares sobre os testículos do animal e girar no próprio eixo. E acreditem, fazem fila para isso!!! Óbvio que eu fiz também, é, no mínimo, engraçado pagar esse mico.

Touro da fertilidade na Galleria Vittorio Emanuele II

Dali segui para a Piazza Scala, onde fica o impressionante Teatro alla Scala, casa de ópera construída entre os anos de 17776 e 1778. Confesso que não resisti e adotei um dos mais comuns passatempos milaneses: a arte de olhar vitrines. Peguei a Via Alessandro Manzoni, percorri a Via Montenapoleone, a Via della Spiga e a Corso Venezia, que juntas formam o "Quadrilátero de Ouro", onde estão reunidas as grandes grifes do mundo. É coisa de outro mundo, em menos de 5 minutos de caminhada entendi o porquê desse nome, todos os produtos valem o seu peso em outro. #TôFora 

DICA: Pegue a Corso Vittorio Emanuele II, as lojas sob as arcadas são bem mais acessíveis.

Bem, depois dessa caminhada toda eu estava com a fome de 20 mendigos somalianos, parti para o Panzerotti Luini (Via Santa Redegonda, 16), o melhor fast-food de Milão, que existe desde 1949. Panzerotti é uma pizza frita crocante, com recheios variados (o de queijo com tomate é imperdível). No começo eu me assustei com a fila: ela é grande, mas é rápida. E o bolso agradeceu a experiência! 

Aproveitei o resto da tarde para dar uma volta pelo centro histórico e visitar a Pinacoteca Ambrosiana (Piazza Pio XI, 2) para conferir, entre outras, as obras de Caravaggio e Botticelli. A Pinacoteca Ambrosiana é uma galera de arte que fica dentro da Biblioteca Ambrosiana. Seu nome vem de Ambrósio, o santo padroeiro de Milão.

Pátio do Castello Sforzesco

No dia seguinte, 12/11/2012, visitei o Castello Sforzesco, uma fortificação do século XIV erguida pela família Visconti (entrada grátis). Esse 'castelo' tem uma história muito interessante, mas atualmente acolhe várias coleções dos museus e galerias de arte da cidade.

Fachada do Castello Sforzesco

Depois da visitação gastei o resto da manhã e o começou a tarde passeando pelo Parco Sempione, um parque de 386.000 m² localizado em frente ao Castello Sforzesco.

Parque Sempione

Confesso que estava odiando Milão, depois de conhecer Roma, Vaticano, Veneza e Florença... Milão fica "meio sem graça". Não sei dizer se o frio e os altos preços contribuíram para tal percepção, mas quando cheguei no Parque Sempione, tudo isso mudou.



Nunca fiz um passeio tão relaxante e prazeroso com esse. A ideia era gastar no máximo 1 hora no parque e fiquei quase 4 horas. Foi nesse dia que adquiri o gosto pela "natureza", mesmo que não seja na sua forma bruta. Observei cada centímetro por onde passei, admirando as folhas, árvores, flores, lagos, peixes, aves, o ar puro, o vento... simplesmente tudo!



Do outro lado do parque fica o Arco della Pace (Arco da Paz) que começou a ser construído em 1806 a pedido de Napoleão para comemorar suas vitórias.

Arco da Paz

À tarde, eu tinha programado passear pelo bairro Brera, um lugar de lojas bacanas, cafés, artistas e estudantes de Belas Artes, mas como o parque ocupou o meu tempo mais que o previsto, parei para almoçar/jantar pela área mesmo.


À noite visitei a região do Navigli, onde há vários bares à beira dos canais, como o Spazio Movida (Ascanio Sforza, 41). O esquema é o seguinte, você paga a bebida e os petisco são de graça. Quer despedida melhor?

Canal Alzaia Naviglio Grande


FOTOS da visita à Milão.




E assim terminou minha viagem pela Itália. Deixou saudades.


quarta-feira, 23 de julho de 2014

VENEZA

Dia 09/11/2012, peguei o trem na estação Firenze S. M. Novella em direção à estação Venezia S. Lucia. Aliás, já comentei como é bom viajar de trem na Itália? Até o trem mais simples fica luxuoso em comparação aos trens do Brasil. A imponente estação fica em frente ao rio Canal Grande e ao sair dela você já se sente em Veneza. #Jura?

Em frente à estação Venezia S. Lucia

Eu fiquei hospedado no Hotel Universo Nord, que fica bem próximo à estação. Sua localização vale por si só, mas confesso que a ausência de elevador me chateou um pouco.

Ao passar pela cidade, percebi muitos prédios tão velhos que as paredes chegam a fazer "barriga". Dava impressão que o edifício cairia a qualquer momento. Mas Veneza possui a incrível capacidade de transformar uma cidade "caindo aos pedações" em um lugar charmoso, bonito e estonteante.

Praça de São Marcos

Como eu cheguei cedo em Veneza, comecei a expedição na Piazza San Marco, possivelmente a praça mais famosa do mundo. Peguei um "vaporetto" até lá. - Vaporettos são barcos que fazem o transporte pelos canais de Veneza. - A praça é de uma magnificência incomparável, um daqueles lugares que faz você se perguntar: "Será que eu estou realmente aqui?". 

Praça de São Marcos

A paisagem da praça é dominada por monumentos diferentes, como a Basílica de São Marco, o Campanário (torre que abriga sinos da basílica), o Palazzo Ducale e a Torre do Relógio. A praça é o centro turístico da cidade e, por este motivo, está sempre lotada. Outro elemento que não passa desapercebido são os majestosos prédios que cercam a praça, conhecidos como Procuratie, construídos originalmente para abrigar os escritórios do procurador da cidade. O que se vê lá hoje são lojas caríssimas e restaurantes, como o Caffè Florian, o mais famoso café de Veneza. 

Construída em 1063, a Basílica de São Marcos é uma verdadeira jóia da arquitetura bizantina. É lá que fiam guardados os restos mortais de São Marcos, o Evangelista. A entrada da Basílica é grátis, mas não deixe de visitar o Museu de São Marcos (aproximadamente 4 euros), que fica no nível superior da basílica. 

O Campanário de São Marcos (Campanile), imensa torre que fica na praça de São Marcos, é com certeza a melhor vista que se pode ter de Veneza do alto. A entrada não é muito barata (aproximadamente 8 euros), mas a vista panorâmica da cidade vale cada centavo. O que mais me surpreendeu foram os telhados, todos muito bem cuidados, não vi uma telha fora do lugar!

O Palácio Ducale era a residência do Doge, o dirigente e a pessoa mais poderosa de Veneza. Com uma arquitetura gótica impressionante, o palácio tem duas colunas de mármore vermelho que compõem a fachada. Era lá que os nomes de condenados à morte pela República eram anunciados. Ingresso a 14 euros.

Outro ponto turístico é a Torre do Relógio (Torre dell´Orologio), um lindíssimo prédio do século XV que abriga um dos maiores relógios astronômicos do mundo.

Ponte di Rialto

Na ida e na volta, passei por uma das pontes mais famosas da cidade, a Ponte di Rialto. Assim como a Ponte Vecchio em Florença, funciona não somente como um meio para cruzar o Grande Canal, mas também como uma espécie de shopping center, pois é repleta de lojas. É a ponte mais velha cruzando o Grande Canal, uma jóia da arquitetura, construída originalmente em madeira, por volta do século XII. Após vários colapsos, a ponte foi reconstruída em pedra em 1591, em um estilo parecido com a original.

Pôr do sol na Ponte di Rialto

Espetacular! 

No dia seguinte, 10/11/2012, optei por visitar Murano, que é um conjunto de sete ilhas que se localizam em torno de Veneza, o que dá um pouco mais de meia hora de vaporetto.


Vaporetto - A caminho de Murano

Hortifruti em Murano

Murano é mundialmente famosa pelos artigos de vidro que são produzidos lá, verdadeiras obras de arte de altíssima qualidade. Encontra-se artigos de decoração, de mesa e até lustres pelos mais variados preços.



Fábrica de vidros em Murano

A primeira coisa que fiz foi visitar uma fábrica de vidros, é fantástico o trabalho deles. Comprei um globo terrestre em miniatura de vidro que, atualmente, enfeita minha escrivania. 


Murano parece uma versão em miniatura de Veneza, mas, mesmo assim, tem seu próprio charme devido à produção de vidro. Além disso, o arquipélago tem diversas pracinhas onde os trabalhos dos artesãos do vidro ficam exibição, bem como lindas igrejas e pontes.



Outro toque super especial de Murano são as flores nas varandas de alguns prédios. Cheias de cores e imaculadamente posicionadas, elas são diferentes de qualquer outra coisa que já vi por aí: são todas feitas de vidro!!!!

Outra opção que não tive tempo de conhecer é a Ilha de San Michele que abriga o famoso cemitério da cidade, uma das principais atrações turísticas de Veneza.

Ao voltar para o hotel vi todos os empregados retirando os móveis da recepção, no dia seguinte os rios de Veneza transbordariam alagando a cidade inteira, me safei por pouco!

Passeio de gôndola

Infelizmente não fiz o famoso passeio de gôndola porque sozinho não tem graça. Encontrei os mais variados tipos de gôndolas, inclusive algumas bem luxuosas. Os preços são os mais variados também.

Para variar, bati poucas fotos porque queria aproveitar o local.





segunda-feira, 21 de julho de 2014

PISA

No dia 08/11/2012 aproveitei para dar um pulo em Pisa e tirar aquela clássica foto com a Torre de Pisa. Apesar da cidade não ter muitos atrativos para o turismo, creio que seja uma parada obrigatória para quem visita a Itália. 

Catedral e Torre de Pisa

A Torre de Pisa é um campanário da Catedral de Pisa (Campo dei Marcoli). É a terceira estrutura mais antiga da praça da Catedral.



A torre começou a ser construída em 1173 e começou a inclinar em 1178 após a construção do terceiro andar. Isto ocorreu devido a fundação de meros 3 metros em um subsolo fraco e instável. Em 1993 inciou-se o trabalho de restauração da Torre que diminuiu 40 cm de inclinação.

Centro da Torre de Pisa 


Sino da Torre de Pisa 

EU ESTAVA TENTANDO EMPURRAR O SINO DE VERDADE!

Não deixe de subir na Torre, vale a pena cada centavo do ingresso.

 Cidade de Pisa do alto da Torre de Pisa

Catedral de Pisa e Batistério de São Giovani do alto da Torre de Pisa

Vaza Torre de Pisa!!!

DICA: para bater aquela foto maneira é preciso estar entre a Catedral e o Batistério, bem no ponto vermelho no mapa abaixo. Deu para perceber na foto acima que eu não tinha noção disso quando visitei a Torre, mas deu para bater umas fotos legais.

Praça da Catedral de Pisa (by Google Maps)




Achei um BLOG bem legal com 10 dicas do que fazer em Pisa, vale a pena conferir.

Até +!