quinta-feira, 5 de julho de 2012

Peru: Huayna Picchu


Depois da primeira etapa do desafio ser ultrapassada, partimos em busca do pico do Huayna Picchu (sem piadinhas de duplo sentido, por favor). No grupo de 7 pessoas tivemos 3 desistências, mas a galera que foi mandou bem.

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Entrada de Huayna Picchu.

Huayna Picchu em quíchua quer dizer “jovem montanha”. O pico de Huayna esta por volta de 2.720 metros acima do nível do mar e de acordo com guias locais, no topo da montanha era a residência do sumo sacerdote.

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Clique na foto para ampliá-la.

O número de visitantes diários autorizados a entrar em Huayna Picchu é limitado a 400 e em dois turnos de 200. Trata-se de uma subida exaustiva que leva ao cume, algumas partes são escorregadias e protegidas por cabos de aço. Mas nada muito difícil, pelo contrário, achei fácil para o tanto que falavam. Às vezes, durante a estação chuvosa, os passeios estão fechados.

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No caminho encontramos um casal gay que estava comemorando o aniversário de um deles. Pedimos a faixa emprestada para comemorar o aniversário da Paulinha que estava festejando neste dia, bela forma de comemorar!

Templo da Lua - a partir da cúpula, uma trilha leva até o Templo da Lua. Essas cavernas naturais, na face norte da montanha, são inferiores ao ponto de partida da trilha. O caminho de retorno às cavernas completa uma volta em torno da montanha. Neste eu não fui, muita função para um dia só.

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Foto à esquerda: micro caverna de acesso ao cume. Foto à direita: fazendo um drama no cume.

De qualquer jeito, para chegar ao pico é obrigado a passar por uma micro caverna. Se é que podemos chamar de caverna, mas é um espaço bem estreito.

Cume do Huayna Picchu

Depois de algumas paradas finalmente chegamos no topo!!!! A vista é sensacional, a sensação de desafio ultrapassado completa o bem estar do local.

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Machu Picchu vista de cima.

O único ruim é ter que descer de novo, mas como diz o ditado popular: “pra descer todo santo ajuda!”. Mas o que posso dizer, VALEU A PENA! Veja as FOTOS.




Depois voltamos para Águas Calientes, onde fizemos um pequeno passeio e compras na feira de artesanato que fica ao lado da estação de trem. Depois pegamos o trem para Cusco.


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Feira de artesanato em Águas Calientes.



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Trem Águas Calientes x Cusco.

Em seguida voamos para Lima, onde ainda degustamos um delicioso jantar no CALA e uma jogatina no Atlantic City.

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E já exaustos da viagem chegamos ao Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa! #ValeuPeru

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Peru: Machu Picchu


Depois de um agradável passeio de trem, chegamos bem tarde em Águas Calientes, uma cidade muito próxima de Machu Picchu. Passamos o pernoite no Inka Town Hotel, que na minha opinião foi o melhor de todos que ficamos no Peru.

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Como no dia seguinte acordaríamos bem cedo (4:30h. da madruga!!!), combinamos com a recepção do hotel deles separarem o nosso café para viagem, já que a mesa não estaria posta nesta hora.

Acordamos naquela empolgação para não perder o busão que nos levaria até a entrada de Machu Picchu. Já que tem muita gente querendo ir e os ônibus pararam uma certa hora de circular, mas nada desesperador porque existem muitos ônibus. Uma horinha de viagem até a entrada da cidade Inca, o caminho dava medo em certos trechos.

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Subida que o ônibus fez até a entrada de Machu Picchu.

No caminho ainda vimos alguns loucos subimos isso tudo a pé, que disposição mermão! No final deu tudo certo, chegamos bem. Bem cedo! O guia chegaria 1 hora e pouco depois, então aproveitamos para entrar na cidade para um passeio inicial.

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Entrada de Machu Picchu.

O medo de não conseguir subir por causa da altitude predominava na galera, subimos em passos de formiga e com várias paradas. A primeira subida de princípio assusta, mas depois você percebe que é não é tão difícil. Depois é só festa, a vista é misteriosa e deslumbrante, seria possível ficar ali imaginando como aquela cidade foi erguida por horas. E no final você chegaria a conclusão que é impossível dizer uma teoria com 100% de certeza.

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Clique na foto para ampliá-la.

O jeito foi bater várias FOTOS, até porque ir a um lugar desse e não registrar é quase um sacrilégio. Voltamos para encontrar com o guia, que no começo fez o mesmo trajeto que a gente, porém, dessa vez com algumas explicações em espanhol. ¬¬

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O guia nos levou para conhecer o restante da cidade, as construções ao fundo desta foto.

São muitos locais que renderam fotos maneiríssimas, inclusive com as lhamas (ou alpacas, nem sei mais). Para vê-las clique no link “FOTOS” acima ou veja pelo slide abaixo.




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Pose com a pedra sagrada, é proibido encostar nela. Para os fracos, é claro! rs

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E logo ao fundo o próximo destino, Hyuana Picchu (o ponto mais alto).

Se subir e passear por Machu Picchu já parecia um desafio, imagine subir o Huayna Picchu. O pico de Huayna Picchu esta por volta de 2.720 metros acima do nível do mar, mesmo sendo o ponto mais alto de Machu Picchu (que está por volta de 2.400 m) ainda é mais baixo que a cidade de Cusco (3.400 metros de altitude).

Mas essa aventura fica para o próximo post…

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Peru: à caminho de Machu Picchu


Agora sim começa a viagem tão esperada à Machu Picchu. Como no nosso grupo de viagens prevalece a democracia, optamos pela trajetória mais confortável. Nada de perrengues e caminhadas de 3 dias.

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Por volta das 8:30 am pegamos um ônibus e iniciamos a nossa viagem pelo Vale Sagrado dos Incas. Este vale foi muito apreciado pelos Incas devido a suas especiais qualidades geográficas e climáticas. Foi um dos principais pontos de produção pela riqueza de suas terras e o lugar onde se produz o melhor grão de milho no Peru.

Mercado Índio de Pisac

Nossa primeira parada foi o colorido mercado índio com com dois imensos galões que comportam dezenas de lojas de artesanato peruano.

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Nele você encontra as mais variadas peças da cultura local, para quem sabe barganhar o mercado é um parque de diversões!

No final da feira algumas mães peruanas ficam com seus filhos e suas alpacas de estimação posando para fotos, pela bagatela de US$ 1. Eu só paguei porque elas me deixaram pegar uma alpaca filhote no colo. #irado

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Pena que o tempo de parada é muito curto para uma feira de artesanato tão grande!

Sítio Arqueológico de Pisac
A próxima parada foi o sítio arqueológico de Pisac, que está localizado a 33 quilômetros da cidade de Cusco. O seu local arqueológico é um dos mais importantes do Vale Sagrado dos Incas. Este povoado tem uma parte inca e outra colonial. O lugar é fantástico.

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A caminhada até o topo não é muito cansativa e a vista lá de cima é espetacular. Quando me deparo com um lugar desses não fica nem o que dizer, apenas exibir as FOTOS que falam por si só.

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Da esquerda para à direita: Eu, Paula, Natasha (a frente), Alessandra, Rodrigo (Frango), Fran e Anderson.




A próxima parada foi às margens do Rio Urubamba para degustar uma típica comida peruana. O restaurante indicado pela companhia de turismo é péssimo! Não lembro o nome do “boteco” agora.

Ollantaytambo

Depois do delicioso almoço partimos para Ollantaytambo, a única cidade da era inca no Peru ainda habitada. O lugar ainda preserva sua arquitetura original.

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O portão Punku-punku ali atrás.

O ônibus parou em frente a uma feira de artesanato que fica em frente ao portão de “entrada” da cidade, chamado Punku-punku. O portão leva a mais uma das milhares de subidas que tínhamos que fazer, confesso que depois do almoço desisti dessa subida.

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Preferi comprar uns souvenirs na feirinha, mas logo me arrependi porque estava tudo muito caro, o mercado índio de Pisac é muito mais barato. Então resolvi dar uma volta pela cidade; tirando a poeira a cidade é bem simpática, me rendeu algumas FOTOS legais. Mas logo acabou a cidade e fiquei sem ter o que fazer.




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Foi quando me deparei com uma lan house na praça central da povoado cidade, gastei o resto do meu tempo atualizando o facebook! hehehe. Quando a galera chegou, paramos em uma das várias cafeterias da praça para recuperar as energias com um delicioso chocolate quente e um sanduba de queijo e presunto.

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Eu e Fran (e os papagaios atrás) pegando tuk-tuk.



Fran usou seu charme para conseguir 3 tuk-tuks para nos levar para a estação de trem, pagamos US$ 1 pela corrida para cada “carro”, achei muito barato! Ainda tivemos que marcar mais um dez (leia-se esperar) até o horário do nosso trem, que nos levaria para Águas Calientes!!!

sábado, 12 de maio de 2012

PERU: Curtindo Cusco


Dia 28-abr-2012, chegamos em Cusco já discutindo se a cidade se escreve com “S” ou “Z”, no final das contas constatamos que se escreve com “S”, em inglês é que se escreve com “Z”. Agora parece meio óbvio, mas na hora gerou uma discussão sinistra.




CUSCO se localiza no sudeste do Vale Sagrado dos Incas, na região dos Andes, com uma população de aproximadamente 300 mil habitantes. Está a 3.400 metros de altitude, muito mais alto que Huayna Picchu (ponto mais alto de Machu Picchu).

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“Prefeitura de Cusco”: Sim, a bandeira de Cusco parece com a bandeira gls.

Éramos para ter pego o transfer do hostel, mas ficamos a ver navios. Fechamos um “táxi” para 5 pessoas a 40 soles. Deixamos as malas no hostel MALLQUI, onde já estava hospedada a Fran e esperamos pela última integrante da trupi, a Natasha. Pagamos US$ 15 por diária cada um, para quartos duplos, com café-da-manhã incluso.

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Plaza de Las Armas

Depois de sobe e desce de malas, estávamos exaustos. Subir apenas poucos degraus parecia uma maratona por causa da altitude. O segredo é sempre fazer tudo bem devagar e evitar de fazer esforço. Muitos turistas passam mal devido a altitude, por isso é bom se prevenir e tomar muito chá de coca, o nosso hostel oferecia gratuitamente. Para quem não gosta de chá, existem remédios específicos para isso.

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Com fome de 20 somalianos partimos pro restaurante CHICHA e aproveitamos para conhecer um pouco mais a cidade. (fotos)

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O restaurante possui vários pratos típicos, o que mais gostei foi a carne de alpaca e de porquinho-da-índia. Delícia!! Por um preço justo (quase barato) você come bem num ambiente bem agradável.




Sem nem tempo de fazer a digestão nos reunimos na Plaza de Las Armas para ingressar no tradicional tour Tranvia de Cusco, pela bagatela de 20 soles. O tour é feito numa espécie bondinho histórico, mas seja ágil com a máquina de fotografar porque ele não anda devagar!!

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Uma das mais importantes paradas do tour é o Cristo Blanco, um réplica albina do nosso Cristo Redentor, dada de presente aos peruanos pela colônia palestina em 1944.

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Cristo Blanco

Do Cristo Blanco é possível ver a cidade Cusco quase na sua totalidade, não chega aos pés da cidade do Rio de Janeiro, mas também é um lindo visual.

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Viva El Peru Glorioso

No final do passeio paramos num bondinho que serve de mini-museu e do outro lado uma lojinha de produtos naturais. Compramos várias balas de coca, folhas de coca e banana seca (uma espécie de batata Ruffles de banana). FOTOS do Tour.




E no final do dia (como legítimos cariocas, não podíamos deixar passar em branco!) partimos para o centro em busca de uma night peruana. Mas acabamos num “pub” com música ao vivo, EL DUENDE.

Bebemos vários PISCO SOUR, uma bebida muito parecida com a nossa caipirinha e disputada a sua origem pelos chilenos e peruanos. No final da noite éramos apenas alguns loucos pagando vários micos em terras estrangeiras.

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El Duende Lounge Bar

A foto acima retrata como começou a noite, para saber como terminou clique AQUI. Nem preciso dizer que a ressaca do dia seguinte foi cruel, né?!




segunda-feira, 7 de maio de 2012

Bem vindo ao Peru


E começa mais uma viagem do hcporai! Sem maiores conotações, a ideia principal de ir ao Peru era conhecer o, talvez único,  principal ponto turístico do país: Machu Picchu.

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Devido a uma troca de voo da maldita LAN, tivemos que adiantar a viagem 1 dia. Prejuízos a parte foi bom, porque conhecemos Lima (capital do Peru). No embarque encontramos até o Edson Celulari, o filho dele também estava indo para o Peru. #GrandesMerdas

Dia 27-abr-2012, contratamos o serviço do Américo, um simpático motorista ilegal. Sua pequena van cheirava a lhama. Confesso que no primeiro dia até ele cheirava a lhama, mas vamos lá, cadê o espírito aventureiro?! Seu Américo nos levou para conhecer os principais pontos de Lima, numa rápida passada de van, para bater algumas fotos.




Paramos para almoçar no famoso Cordano, não vi nada demais na comida e nem no atendimento. Mas tradição é tradição, né?

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Aproveitamos para dar uma volta pela área, no caminho o seu Américo nos pagou um sorvete de Lúcuma, feito da fruta da Lúcuma é típica da culinária local. Ele só pode ter feito de sacanagem, que troço ruim!

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Pelas fotos deu pra sentir como o treco é ruim, né? Um gosto de café amargo. Depois de várias garrafas de água, fomos visitar o Museu das Catacumbas na Inglesia San Francisco de Asis.

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É proibido bater fotos no local, mas como diz um amigo meu: “regras existem para serem quebradas!”. Esse com certeza é um passeio que vale a pena, apesar da nossa guia parecer ter saído das catacumbas de tão expressiva que ela era, a história do “museu” é muito interessante.




E no final do dia fomos jantar no LA ROSA NAUTICA, jantar mirando o pôr do sol foi fantástico. Saca o visual do restaurante!

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Conselho de brother, faça reserva! O restaurante não é caro pela vibe que oferece, mas os pratos não são tão bem servidos, portanto, não vá com a fome de 20 somalianos!

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E como viagem de garotada sempre cabe mais um evento no dia, fomos ver o Circuito Mágico das Águas no Parque de la Reserva, que é considerado hoje a porta de entrada ao Centro Histórico de Lima.

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O horário de atendimento é de Quarta Feira até Domingo das 16:00 até 23:00 hs. Sendo que o espetáculo das luzes são na Fonte N° 2 às : 19:15 , 20:15 , 21:30 e 22:30 (duração aproximada de 20 minutos de espetáculo).

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A famosa pose da Paulinha.

O mais moderno show de águas e luzes não é a única atração do parque, a pista de jatos d’água garante a diversão da garotada.

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Me molhei todo nessa aí… dá uma olhada nas cenas.




Em Lima ficamos hospedado no Manhattan Inn Airport Hotel, um simpático e confortável hotel com ares de museu, que fica bem próximo ao aeroporto. Pagamos US$ 28 pela diária para cada um, num quarto duplo.