Agora sim começa a viagem à tão esperada Machu Picchu. Como no nosso grupo de viagens prevalece a democracia, optamos pela trajetória mais confortável. Nada de perrengues e caminhadas de 3 dias.
Por volta das 8:30 am pegamos um ônibus e iniciamos a nossa viagem pelo Vale Sagrado dos Incas. Este vale foi muito apreciado pelos Incas devido a suas especiais qualidades geográficas e climáticas. Foi um dos principais pontos de produção pela riqueza de suas terras e o lugar onde se produz o melhor grão de milho no Peru.
Mercado Índio de Pisac
Nossa primeira parada foi o colorido mercado índio com com dois imensos galões que comportam dezenas de lojas de artesanato peruano.
Nele você encontra as mais variadas peças da cultura local, para quem sabe barganhar o mercado é um parque de diversões!
No final da feira algumas mães peruanas ficam com seus filhos e suas alpacas de estimação posando para fotos, pela bagatela de US$ 1. Eu só paguei porque elas me deixaram pegar uma alpaca filhote no colo. #irado
Pena que o tempo de parada é muito curto para uma feira de artesanato tão grande!
Sítio Arqueológico de Pisac
A próxima parada foi o sítio arqueológico de Pisac, que está localizado a 33 quilômetros da cidade de Cusco. O seu local arqueológico é um dos mais importantes do Vale Sagrado dos Incas. Este povoado tem uma parte inca e outra colonial. O lugar é fantástico.
A caminhada até o topo não é muito cansativa e a vista lá de cima é espetacular. Quando me deparo com um lugar desses não fica nem o que dizer, apenas exibir as FOTOS que falam por si só.
Da esquerda para à direita: Eu, Paula, Natasha (a frente), Alessandra, Rodrigo (Frango), Fran e Anderson.
A próxima parada foi às margens do Rio Urubamba para degustar uma típica comida peruana. O restaurante indicado pela companhia de turismo é péssimo! Não lembro o nome do “boteco” agora.
Ollantaytambo
Depois do delicioso almoço partimos para Ollantaytambo, a única cidade da era inca no Peru ainda habitada. O lugar ainda preserva sua arquitetura original.
O portão Punku-punku ali atrás.
O ônibus parou em frente a uma feira de artesanato que fica em frente ao portão de “entrada” da cidade, chamado Punku-punku. O portão leva a mais uma das milhares de subidas que tínhamos que fazer, confesso que depois do almoço desisti dessa subida.
Preferi comprar uns souvenirs na feirinha, mas logo me arrependi porque estava tudo muito caro, o mercado índio de Pisac é muito mais barato. Então resolvi dar uma volta pela cidade; tirando a poeira a cidade é bem simpática, me rendeu algumas FOTOS legais. Mas logo acabou a cidade e fiquei sem ter o que fazer.
Foi quando me deparei com uma lan house na praça central da povoado cidade, gastei o resto do meu tempo atualizando o facebook! hehehe. Quando a galera chegou, paramos em uma das várias cafeterias da praça para recuperar as energias com um delicioso chocolate quente e um sanduba de queijo e presunto.
Eu e Fran (e os papagaios atrás) pegando tuk-tuk.
Fran usou seu charme para conseguir 3 tuk-tuks para nos levar para a estação de trem, pagamos US$ 1 pela corrida para cada “carro”, achei muito barato! Ainda tivemos que marcar mais um dez (leia-se esperar) até o horário do nosso trem, que nos levaria para Águas Calientes!!!


